Qual A Matéria Prima Do Doces?

Qual A Matéria Prima Do Doces
A história desta doçura começou nos EUA, em 1897, com John C. Warthon e William Morrison – que, curiosamente, era dentista. Até hoje, a matéria-prima do algodão-doce é o açúcar cristal – que pode vir de fábrica colorido ou ser misturado com corante em pó antes do preparo 2.

  • A transformação começa quando o açúcar é despejado em um cilindro oco que gira no centro de uma bandeja;
  • O cilindro aquece a 150 ºC e derrete o açúcar cristal, formando uma calda grossa – com açúcar refinado a calda seria fina demais para formar o algodão 3;

Como a parede do cilindro central é cheia de furos, ao girar em velocidade elevada – cerca de 3 500 rotações por minuto -, a calda de açúcar escapa pelos buraquinhos. Em contato com o ar, o açúcar líquido esfria e endurece de novo, só que em forma de fios 4. Um quilo de açúcar rende 50 algodões-doces e uma máquina profissional custa cerca de mil reais Continua após a publicidade

  • ALGODÃO
  • Alimentação
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  • infantil
  • nuvem

Como é feito o algodão-doce? 1. A história desta doçura começou nos EUA, em 1897, com John C. Warthon e William Morrison – que, curiosamente, era dentista. Até hoje, a matéria-prima do algodão-doce é o açúcar cristal – que pode vir de fábrica colorido ou ser misturado com corante em pó antes do preparo 2.

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Qual é a matéria prima de doce?

Qual é a matéria prima do doce? – DOCES =As frutas utilizadas como matéria – prima para elaboração de doce em massa se apresentam da seguinte forma: * Frutas frescas: observar se estão livres de larvas de insetos, podridões, contaminantes (agrotóxicos);.

Qual é a matéria prima de vassoura?

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Geografia. A geléia possui como matéria prima frutas. Já a matéria prima da cera varia com seu tipo, pondendo ser petróleo (para as derivadas de petróleo – parafina) ou a matéria prima vegetal e animal (para as ceras derivadas de vegetais e animais).

  1. A linha também possui matéria prima variada de acordo com seu tipo, podendo ser algodão, ceda ou ainda fibra cintética (que usa poliéster ou nylon);
  2. Ja a vassoura usa como matéria prima para o cabo o metal ou a madeira e para as cerdas usa piaçava/palha ou fibra de nylon;

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Geografia. A geléia possui como matéria prima frutas. Já a matéria prima da cera varia com seu tipo, pondendo ser petróleo (para as derivadas de petróleo – parafina) ou a matéria prima vegetal e animal (para as ceras derivadas de vegetais e animais).

Qual é a principal matéria prima do macarrão?

Em 1958 Momofuku lança no Japão, pela empresa Nissin, o macarrão instântaneo, uma opção para os problemas de abastecimento que o país enfrentava após a Segunda Guerra Mundial. Mas foi só apenas no ano de 1965 que o macarrão instantâneo apareceu como novidade no mercado brasileiro.  Figura 1. Rolo fazendo formato do macarrão instantâneo. As matérias-primas utilizadas no preparo do macarrão instantâneo são: Farinha de trigo, Água, Sal, Goma guar e Sais alcalinos. O processo de fabricação consiste nos seguintes passos: Primeiramente, o sal e a goma guar são dissolvidos em água e depois estes são adicionados à farinha de trigo para serem misturados no misturador.

  • A China é o maior consumidor do mundo, sendo que no Brasil a produção cresce com taxas em torno de 5% ao ano, devido ao fato de ser um produto de baixo custo e com alta praticidade no preparo;
  • Em seguida, a massa passa por um processo de descanso;

Então, a massa é laminada em um cilindro para obter uma espessura de aproximadamente 1,2 mm. Após ser laminada, a massa vai para o cortador para obter o formato noodle. Assim, a massa já cortada é direcionada ao cozedor para que seja realizado o seu cozimento através de injeção direta de vapor. Figura 2. Fluxograma da linha de produção de macarrão instantâneo. Figura 3. Processo de Embalagem e armazenamento do macarrão instantâneo. A partir de 2014 a venda de pacotes de macarrão instantâneo na China começou a decrescer. O principal fator que vem causando essa mudança é a melhoria nos hábitos alimentares: a população se preocupa em comer alimentos mais ricos nutricionalmente.

Logo, o macarrão passa por um processo de secagem, para a umidade da massa ser retirada. Posteriormente, o macarrão é cortado novamente e dobrado em formato de tablete (já no tamanho que vai ser embalado), e então é conduzido para a fritadeira onde, será frito, por imersão em óleo quente em uma temperatura de aproximadamente 150 ºC.

Além disso, a grande crescente de aplicativos de entrega também facilitou o acesso a alimentos de forma prática e rápido que sempre foram um dos principais pontos fortes do macarrão instantâneo. Porém as empresas ainda estão otimistas em relação ao consumo,já que há novidades no mercado, como a criação de novos sabores e versões com redução de sódio, além da própria população utilizar o macarrão instantâneo como forma de preparo de novas receitas, adicionando outros ingredientes no lugar ou em conjunto do tempero que já acompanha o produto.

  • Fonte: LEORO, Maria Gabriela Vernaza;
  • Macarrão instantâneo funcional obtido pelos processos de fritura convencional e a vácuo;
  • 2011;
  • Disponível em: http://repositorio;
  • unicamp;
  • br/bitstream/REPOSIP/255875/1/VernazaLeoro_MariaGabriela_D;

pdf. Acesso em: 21 maio 2020. ATKINSON, Simon. BBC. O que a queda nas vendas de macarrão instantâneo diz sobre as mudanças sociais na China. 2017. Disponível em:  https://www. bbc. com/portuguese/internacional-42480562. Acesso em: 21 maio 2020. G1. São Paulo. Após 50 anos, macarrão instantâneo ainda faz sucesso; confira receitas.

2009. Disponível em:  http://g1. globo. com/Noticias/Brasil/0,,MUL1030731-5598,00-APOS+ANOS+MACARRAO+INSTANTANEO+AINDA+FAZ+SUCESSO+CONFIRA+RECEITAS. html. Acesso em: 21 maio 2020. BRUXEL, Rafael Luiz. Utilização de resíduos de macarrão como combustível em caldeira.

2011. Disponível em:http://repositorio. roca. utfpr. edu. br/jspui/bitstream/1/541/1/MD_COGEA_2011_1_03. pdf. Acesso em: 21 maio 2020.

O que vem a ser matéria prima?

Quando consumimos uma mercadoria industrializada – um lápis, por exemplo –, estamos utilizando um produto que foi transformado. Isso significa que um material-base (no caso do lápis, a madeira) foi utilizado e modificado por uma técnica industrial ou artesanal para que pudesse atender a uma determinada finalidade.

Esse “material-base” utilizado para produzir uma determinada mercadoria é chamado de matéria-prima. Portanto, matérias-primas são os materiais retirados da natureza ou produzidos no meio rural para serem transformados em mercadorias.

Em vários casos, a matéria-prima em si pode ser diretamente utilizada pelo consumidor, como os vegetais e as frutas, pois não precisa ser transformada industrialmente. Hoje em dia, as matérias-primas são estrategicamente importantes na economia global, pois sem elas não seria possível a obtenção de praticamente tudo o que utilizamos em nosso dia a dia, pois todo produto ou mercadoria veio da transformação de uma ou mais matérias-primas.

  1. Assim, se, por exemplo, o preço delas aumentar, é muito provável que o produto final delas resultante também fique mais caro;
  2. Existem vários tipos de matérias-primas de acordo com os setores de onde elas são oriundas;
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Há os minérios, que são extraídos do solo (como o ouro, o diamante e outros); os materiais de origem vegetal extraídos das plantas (como o látex usado para fazer a borracha); os de origem agrícola (como as lavouras de milho, algodão, soja, entre outros); e também há a pecuária , com a exploração animal (como a carne, o leite e muitos outros exemplos). O látex é extraído da seringueira para a produção de borracha No mundo econômico, é de suma importância que os países possuam meios de produzir a sua própria matéria-prima para a fabricação mais facilitada de seus produtos. Em muitos casos, países não conseguem produzi-la pelas limitações dos seus territórios ou porque o seu nível de consumo é muito alto, o que faz com que eles importem (comprem) produtos primários de outros países. Assim, a maioria dos países considerados desenvolvidos importa matérias-primas, enquanto, por outro lado, a maior parte dos países subdesenvolvidos volta-se para exportar tais elementos, pois suas economias são pouco industrializadas e eles não possuem muitas condições de transformar seus meios naturais em mercadorias voltadas para o consumo.

Qual é a matéria prima para fabricação de fubá?

Farinha de milho, farinha de milho flocada (flocão) e fubá: Diferenças – São tantos os produtos existentes no mercado que é normal ficarmos em dúvida sobre eles — quem não lembra do cantor Fiuk tentando fazer uma farofa com o item errado em um reality show? A farinha de milho, o flocão e o fubá, por exemplo, têm a mesma matéria-prima: o milho.

  • Contudo, você já deve ter percebido diferenças entre as texturas de cada um;
  • Isso porque enquanto o fubá é bem fino, a farinha é um pouco mais grossa e o flocão, como o próprio nome já diz, vem em flocos e é bem amarelo;

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), farinha de milho e fubá são a mesma coisa. Isto é, o produto é obtido a partir da moagem do grão de milho, posteriormente passado por uma peneira. A única diferença é que o primeiro é mais espesso e o segundo mais fino (e, portanto, absorve mais água na hora do cozimento).

O flocão, por outro lado, passa por um processo de fabricação distinto. Nele, os grãos de milho precisam passar por uma etapa chamada degerminação. Ou seja, a parte branca do milho, conhecida como gérmen, é retirada.

Somente depois disso o alimento é triturado. Parece bobagem, mas cada um desses métodos rende receitas completamente diferentes. Como:

  • Fubá: polenta, mingau, empanados, sopas e bolos;
  • Farinha de milho: cuscuz paulista, farofas, broas e biscoitos;
  • Flocão: cuscuz nordestino e ” tapioca ” de cuscuz.

Como é feita a vassoura?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Vassoura é um utensílio doméstico de limpeza utilizado para varrer, esfregar ou escovar superfícies. É constituído de cabo reto (de madeira ou metal ) com cerdas de piaçava , plástico , feixes de pelo animal, folhas de palmeiras ou outros materiais sintéticos presas em sua ponta inferior.

O que se faz com a fibra da piaçava?

Piaçava é um nome de origem tupi que significa ‘planta fibrosa’ e tem sido usado para designar pelo menos três espécies diferentes de palmeiras nativas do Brasil, cujas fibras servem para a confecção de vassouras.

Qual é a principal matéria prima do arroz?

Carlos A. de Oliveira 1 , Adriano A. Anselmi 2 , Daniel F. Kolling 3 , Maria I. Finger 4 , Vitor F. Corte 5 & Matheus D. Dill 6 – Resumo:  O arroz é um cereal com restritos processos de transformação para produtos destinados ao consumo humano. Entretanto, no seu processo de beneficiamento são gerados subprodutos, como o grão quebrado, que pode ser utilizado como matéria-prima para a produção da farinha de arroz.

  1. Esta farinha possui potencial para o desenvolvimento de produtos que atendam nichos específicos, devido à ausência de glúten, característica fundamental para celíacos;
  2. Para analisar a competitividade de uma empresa que busca atender a demanda de derivados de farinha de arroz, foi utilizado o referencial da cadeia de valor de Porter e seus direcionadores;

Os dados foram coletados através de entrevistas semiestruturadas com stakeholders. Os resultados demonstraram que existem perspectivas futuras para o desenvolvimento de produtos a partir da farinha de arroz, mas, o preço destes produtos foi apontado como limitante para o aumento do consumo.

Oportunidades podem emergir da cooperação entre empresas e instituições de pesquisa e podem ser alternativas para incremento do consumo de arroz movimentando toda a cadeia produtiva. Palavras-chave:  Derivados de arroz, cadeia de valor, direcionadores, estratégia de nicho.

Abstract:  Rice is a cereal which demands limited manufacturing processes for producing goods intended for human consumption. However, the milling process generates different by-products, such as broken grain, which is the raw material for producing rice flour.

This flour has the potential to develop products that comply with specific niches, due to the absence of gluten, a fundamental feature for the nutrition of celiacs. In order to analyze the competitiveness of a company that seeks to meet the demand for products derived from rice flour, Porter’s value chain, as well as its drivers were applied.

Data were collected through semi-structured interviews with stakeholders. The results showed that there are prospects for the development of products from rice flour, but their prices are indentified as constraints to increased consumption. Opportunities might emerge from the cooperation among companies and research institutions and should be alternatives to increase the consumption of rice, moving the entire production chain.

Key words:  Rice derived products, value chain, drivers, niche strategy. 1 Eng. Agrônomo, Mestre em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Pesquisador da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária – FEPAGRO.

End. : Gonçalves Dias, 570 – Porto Alegre-RS, 90130-060. E-mail: carlosoliveira@ fepagro. rs. gov. br 2 Eng. Agrônomo, Mestre em Agronegócios – UFRGS, Doutorando em Fitotecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ/USP. E-mail: adriano_anselmi@hotmail.

  1. com 3 Eng;
  2. Agrônomo, Mestre em Agronegócios – UFRGS, Doutorando em Produção Vegetal da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC;
  3. E-mail: dfkolling@gmail;
  4. com 4 Eng;
  5. Agrônoma, Mestre em Agronegócios – UFRGS;

E-mail: mi_finger@hotmail. com 5 Economista, Mestre em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Doutorando em Agronegócios – UFRGS. Email: vitordallacorte@gmail. com 6 Médico Veterinário, Mestre em Agronegócios e Doutorando em Agronegócios – UFRGS.

Qual a origem da matéria prima do feijão?

–> Publicado: 05 Outubro 2020 Os feijões são mundialmente reconhecidos por sua riqueza nutricional e versatilidade culinária. O que talvez poucas pessoas saibam é que eles fazem parte do grupo das leguminosas. Isso mesmo. A lista inclui os feijões preto e carioca, a lentilha, o tremoço, o grão de bico, a soja e a ervilha, cujas histórias se confundem com a da humanidade. Um estudo da Embrapa denominado Arroz e Feijão, explica que a existência dos tipos domesticados de feijoeiros foram datados há cerca de sete mil anos antes de Cristo (a.

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), na Mesoamérica, e se espalharam posteriormente por toda a América do Sul. Por outro lado, descobertas arqueológicas de 10. 000 a. , no Peru, sugerem que o feijoeiro pode ter feito o caminho inverso: domesticado na América do Sul e depois transportado para a América do Norte.

O fato é que, a partir daí a variedade desenvolvida nas Américas se espalhou pelo mundo, sendo também encontrada em regiões da Europa, Ásia e África. A maioria dos estudiosos acredita que as guerras da antiguidade também teriam ajudado a espalhar a planta no mundo, uma vez que os guerreiros e soldados usavam o feijão como alimento nas viagens rumo aos campos de batalha.

  • Atualmente, o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT) considera a cultura como um componente relevante da alimentação de mais de 400 milhões de pessoas que vivem em países tropicais;
  • Além do fortalecimento da segurança alimentar dessas regiões, as leguminosas são consideradas por especialistas extremamente nutritivas;

Os feijões são fontes de proteínas, fibras, carboidratos complexos, vitaminas e minerais – contribuindo para a redução do risco de doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. De acordo com relatório da Organização das Nações unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), as leguminosas possuem inúmeros benefícios nutricionais que, aliadas a uma dieta saudável, ajudam a prevenir algumas doenças crônicas que atualmente atingem a milhares de pessoas em todo o mundo.

Além disso, o estudo afirma que a produção sustentável de grãos de leguminosas pode contribuir no enfrentamento às mudanças climáticas – em comparação ao impacto ambiental na produção de proteínas animais.

CONEXÃO GASTRONÔMICA Os feijões sempre fizeram parte da dieta saudável do brasileiro. A conexão gastronômica é tão grande que cada região do Brasil possui uma receita peculiar que usa a leguminosa como base. Essa relação é longa e teve início com os viajantes que cortavam o Sertão brasileiro nos séculos 16 e 17, usando a leguminosa como fonte de alimento durante as longas viagens.

A versatilidade e sabor característico logo ganharam o Brasil inteiro e se consolidaram por meio de diversas variedades e suas peculiaridades. No Norte, Nordeste e Sul, os feijões preto, branco e fradinho são os mais utilizados, enquanto no Sudeste e Sul o tipo carioca e fradinho são muito consumidos.

Há ainda o consumo frequente de lentilha no Rio Grande do Sul e também o uso do grão de bico como base de preparo de vários pratos em grandes colônias Árabes, também localizadas no Sul do País. A verdade é que eles vão bem com a maioria dos pratos, seja como protagonista ou coadjuvante.

  1. Quando servidos em conjunto com o arroz, por exemplo, proporcionam uma alimentação balanceada, contemplando todos os aminoácidos essenciais para uma vida saudável;
  2. No entanto, a luz amarela acendeu nos últimos dois anos;

De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, o percentual de pessoas que consomem feijão cinco ou mais vezes por semana caiu pouco mais de 6%, nos últimos sete anos. Por outro lado, ao longo dos últimos dez anos, a obesidade cresceu no País.

O número saltou de 11,8% para 18,9%, atingindo a proporção de quase um em cada cinco brasileiros. Coincidência? Especialistas dizem que não. A motivação para essa inversão seria o crescimento da renda da população, que acaba investindo mais em produtos industrializados, considerados menos saudáveis e alimentos à base de proteína animal.

EFICIÊNCIA NUTRICIONAL Além de toda versatilidade e variedade, as leguminosas são extremamente nutritivas. Em comparação com as carnes, não deixam nada a desejar. O feijão carioca, por exemplo, é uma boa fonte de proteína, acumulando 20 gramas de proteína a cada 100 gramas pesados.

  • Para termos uma ideia, o número é superior em comparação às carnes de frango e bovina, cuja concentração de proteínas a cada 100 gramas de carne chega a 18 gramas e 19 gramas, respectivamente;
  • Quando comparamos com outras leguminosas, a diferença será ainda maior e favorável aos feijões;

A lentilha conta com 23 gramas de proteínas a cada 100 gramas. A ervilha, por sua vez, possui 24 gramas de proteínas. Qual A Matéria Prima Do Doces É importante considerar também o fator de ineficiência produtiva da cadeia de proteína animal – o que afeta diretamente o meio ambiente. Para termos uma ideia, de acordo com dados da FAO, a produção de um quilo de carne bovina produzida exige entre cinco e dez quilos de alimentos vegetais para uso como base de alimentação e pastejo dos animais. Por todas essas razões, o incentivo ao consumo de leguminosas tem o potencial de reduzir em até 35% a Pegada Ecológica relacionada à alimentação de uma pessoa residente na cidade de São Paulo, por exemplo.

  1. Isso significa menos agrotóxicos, fertilizantes e outros tipos de insumos que podem ser nocivos à vida do ser humano e dos animais;
  2. NOVAS RECEITAS A Sociedade Vegetariana Brasileira, por meio de suas ações e Campanhas como a Segunda Sem Carne e o Prove (Programa de Incentivo à Proteína Vegetal), proporcionam o incentivo das proteínas de origem vegetal na alimentação diversificando as fontes no prato do brasileiro;

A Campanha Segunda Sem Carne (SSC) é um convite a substituir, pelo menos uma vez por semana, a proteína animal pela proteína vegetal, promovendo a descoberta de novos sabores, por meio de uma alimentação balanceada e contribuindo também para a prevenção de doenças provocadas pelo excesso do consumo de produtos de origem animal.

  • Atualmente são mais de três milhões de pessoas beneficiadas pelo programa, sendo considerado o maior do mundo;
  • No Brasil, está presente em mais 100 municípios e economiza mais de duas mil toneladas de carne bovina anualmente;

O Programa PROVE, está sendo desenvolvido com a proposta de incentivar às proteínas vegetais, valorizando seus aspectos econômicos, sociais e culturais, através de projetos de educação alimentar e nutricional para retomar as leguminosas como protagonista do prato do brasileiro.

  1. O Instituto Brasileiro do Feijão e Pules (Ibrafe) tem trabalhado regularmente em campanhas que reforçam a importância da leguminosa como ingrediente enriquecedor como base de diversos produtos;
  2. Fora do Brasil, por exemplo, o feijão tem sido usado como matéria prima para produção de bolos, massas alimentícias como o macarrão e até mesmo ‘snacks’;

É possível elaborar sobremesas mais sofisticadas, como um petit gateau de chocolate com feijão azuki que registrou uma aceitação sensorial acima de 60%. Por fim, os feijões possuem custo baixo, sem contar a facilidade para encontrar e armazenar o alimento.

Qual é a matéria prima do trigo?

O trigo é uma planta herbácea monocotiledônea da família das gramíneas e do gênero Tritucum.

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Qual a matéria-prima do mineral?

As matérias-primas são de fundamental importância, pois, a partir delas, fabricam-se os produtos comercializados economicamente. As matérias-primas são recursos naturais, materiais ou substâncias que são utilizados para produzir uma determinada mercadoria.

  1. Trata-se da base sobre a qual nós fabricamos um determinado produto, de forma que tudo o que consumimos provém de uma ou mais matérias-primas, exceto aquelas que são consumidas diretamente;
  2. No âmbito da economia, as matérias-primas são muito estratégicas, pois a variação em seus preços pode afetar o preço de seus produtos subsequentes, provocando um “efeito dominó” em toda a sociedade;

Em muitos casos, quando elas ficam muito encarecidas, a tendência é haver um efeito inflacionário, ou seja, um encarecimento médio elevado dos produtos em geral, o que aumenta o custo de vida. As matérias-primas podem ser naturais ou transformadas. As naturais são aquelas que são utilizadas diretamente, ou seja, não passaram por nenhum processo industrial ou artesanal antes de serem empregadas na fabricação de um produto ou até antes de ser consumida.

Já as matérias-primas transformadas resultam de algum tipo de intervenção, construção ou modificação. Por exemplo: o tecido é a matéria-prima transformada utilizada para a fabricação de roupas, enquanto o algodão é uma matéria-prima natural, pois é encontrado diretamente na natureza ou nas lavouras.

Outra classificação das matérias-primas refere-se à suas origens, existindo a matéria-prima vegetal, a mineral e a animal. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 A matéria-prima vegetal advém das árvores e da flora como um todo, e a mais conhecida é a madeira.

Além disso, frutos e vegetais diversos também são encaixados nessa tipificação, pois, a partir deles, podem ser fabricados os mais variados produtos. Boa parte da disponibilidade desses recursos advém do cultivo e, principalmente, da preservação dos meios naturais.

A matéria-prima mineral é extraída do subsolo e composta por recursos naturais não renováveis, ou seja, que se esgotarão caso a sua exploração continue acontecendo. Dentre os exemplos, podemos citar a bauxita (utilizada para produzir o alumínio), o ouro, o cobre, o zinco, o amianto e incontáveis outros tipos.

Já a matéria-prima animal advém da caça, da pesca e também da pecuária. O cultivo de animais ocorre para a comercialização de carne, leite, peles e até para o transporte, tal como no caso dos equinos. No contexto da economia global e da Divisão Internacional do Trabalho (DIT), em geral, os países desenvolvidos costumam importar em maior quantidade as matérias-primas, enquanto os países subdesenvolvidos são, quase sempre, dependentes de sua exportação.

O Brasil é um dos maiores exportadores de matérias-primas e produtos primários, tais como a soja, o café e a cana-de-açúcar. Por: Rodolfo F. Alves Pena.

Onde encontramos a matéria?

A matéria pode ser encontrada em três estados: sólido, líquido e gasoso. O que determina o estado em que a matéria se encontra é a proximidade das partículas que a constitui. Essa característica obedece a fatores como: Força de Coesão : faz com que as moléculas se aproximem umas das outras.

Força de Repulsão : faz com que as moléculas se afastem umas das outras. Esses estados de agregação da matéria também são chamados de estados físicos da matéria. Importante: O volume, a densidade e a forma de um composto, podem variar de acordo com a temperatura.

A matéria pode se encontrar nos estados: Sólido: Nesse estado físico da matéria, as moléculas se encontram muito próximas, sendo assim possuem forma fixa, volume fixo e não sofrem compressão. As forças de atração (coesão) predominam neste caso. Um exemplo é um cubo de gelo, as moléculas estão muito próximas e não se deslocam, ao menos que passe por um aquecimento. O gelo possui forma e volume constantes. Líquido: Aqui as moléculas estão mais afastadas do que no estado sólido e as forças de repulsão são um pouco maiores. Os elementos que se encontram nesse estado, possuem forma variada, mas volume constante. Além destas características, possui facilidade de escoamento e adquirem a forma do recipiente que os contém.

Gasoso: O movimento das moléculas nesse estado é bem maior que no estado líquido ou sólido. As forças de repulsão predominam fazendo com que as substâncias não tomem forma e nem volume constante. Se variarmos a pressão exercida sobre um gás, podemos aumentar ou diminuir o volume dele, sendo assim, pode-se dizer que sofre compressão e expansão facilmente.

Os elementos gasosos tomam a forma do recipiente que os contém.

Como se escreve matéria-prima?

ma·té·ri·a·-pri·ma ma. Substância essencial à fabricação de um produto (ex. : a lã é matéria – prima na indústria têxtil). Plural: matérias – primas. Plural: matérias – primas.

Como é feita a vassoura de piaçava?

Tipos de vassouras – Como já dissemos anteriormente no artigo sobre como desencardir pisos, há uma diversidade de materiais diferentes dos quais os pisos podem ser feitos e para cada material é necessário um tipo diferente de cuidado. Da mesma maneira acontece com as vassouras.

  1. Por isso é importante saber quando usar cada tipo de vassoura no momento da limpeza;
  2. Vassoura de pelo: ela é produzida com crina de cavalo presa a um cabo de madeira;
  3. Ela tem uma boa utilidade na limpeza de espaços que não possuem carpetes, como pisos de madeira, porcelanato e laminados;

Os modelos mais largos são ideais para a limpeza de áreas amplas. Há modelos que possuem a escova inclinada, o que ajuda no momento de varrer os cantos. Vassoura clássica: esse modelo é feito de palha de arroz ou milho. É especialmente útil na limpeza de quintais e calçadas e também na retirada de folhas e objetos secos.

Vassoura de piaçava: é um modelo bastante resistente e duro, fabricada com cerdas de fibra vegetais. Ele é muito usado na limpeza de terraços e quintais. São principalmente usadas em superfícies rústicas, que podem ser esfregadas sem deixar marcas de riscos.

Vassoura com espuma: ela é mais robusta do que os demais modelos e possui a vantagem de limpar partículas de sujeira que passam batidas pelas vassouras mais convencionais. É um modelo mais moderno e é muito útil para remover sujeiras secas e para lavar o piso.

  1. Vassoura de nylon: com cerdas longas e mais duras do que a de pelo sintético, esse modelo é útil na limpeza de chãos rústicos, como cerâmicas ou calçadas;
  2. Vassoura elétrica: a vassoura elétrica é um investimento válido para quem possui carpete ou muitos tapetes em casa;

É como se combinássemos a vassoura clássica e o aspirador de pó em um único utensílio. Ela tem quatro escovas rotativas, que levam a sujeira para dentro de um reservatório. Pode ser usada em todos os tipos de piso. O funcionamento dela é sem fio e com bateria recarregável.

O que preciso para montar uma fábrica de vassouras?