Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem?

Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem
Chocolate Surpresa, pirocóptero, Huevitos, Mocinha, pirulito do Zorro e Chocolápis estão entre os doces que dão saudade das décadas de 1980 e 1990.

Contents

Quais os doces de antigamente?

Quais eram os doces dos anos 90?

Quais os doces que existem?

Quando foi criado o pirulito Zorro?

Pirulito do zorro e chocolate ‘surpresa’ eram sucesso nos anos 90; veja guloseimas que deixaram saudades.

Qual é o doce mais antigo do mundo?

Hoje, serve-se a sobremesa em tigelas, decorada com canela em pó, lascas de amêndoas e sementes de romã. Se acreditarmos na versão, trata-se do doce mais antigo do mundo. Chama-se asure (em turco) ou ashure, palavra derivada do árabe ashura, que significa décimo.

Quais eram os brinquedos dos anos 80?

Como era feito o pirulito Zorro?

Todos os dias quando passo pela Rodovia Dom Pedro, sinto em determinado trecho um delicioso cheiro de biscoitos, que sai das chaminés da fábrica da Triunfo, e despertam na gente aquela saudade da infância, quando a vida era brincar e saborear doces. Um dia destes descobri a história da Triunfo, uma marca tipicamente campineira, e descobri que tudo começou há muito tempo atrás, quando homens empreendedores trouxeram de Portugal a tradição dos doces e entraram na história de Campinas. Segundo uma publicação do jornal Correio Popular de 14/11/2013, foi o português João Francisco Alonso, que nasceu no dia 12 de outubro de 1908, no Distrito de Bragança, em Portugal, o primeiro proprietário da indústria de Doces Campineira. Posteriormente, ele criou a indústrias de Doces Netinho, que existiu durante muito tempo no bairro Bonfim. Mas, o que se sabe também é que a Doces Campineira surgiu através das atividades comerciais do pai do falecido prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos, o Toninho.

O pai de Toninho chamava-se Joaquim da Costa Santos e nasceu em Póvoa do Varzim, em Portugal, no ano de 1918. Durante a Segunda Guerra Mundial, Joaquim mudou-se para o Brasil, trabalhou de jardineiro, ascensorista, até que começou a atuar no ramo de negócios da comunidade portuguesa, o das padarias.

No final da década de 40, Joaquim veio para Campinas e instalou um pequeno depósito para distribuição de doces em um cômodo da Rua dos Alecrins, no bairro Cambuí. Este pequeno depósito transfomou-se nos anos 50 na fábrica de doces Campineira, que viria a ser uma das principais empresas do ramo no Brasil. Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem Liderada pelo Senhor Santos e administrada por portugueses, a Doces Campineira passou logo a fornecer doces para inúmeros comércios da região de Campinas e de outras cidades. Para quem morava em suas proximidades, na Rua dos Alecrins, era impossível não se deliciar com o aroma de caramelo, morango, chocolate e amendoim que perfumava o ar. A fábrica ocupava o quarterão onde hoje se encontra o Colégio Objetivo. Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem As entregas dos doces eram feitas em um furgão preto, que tinha pintado na lataria a imagem do Zorro. E foi este personagem que deu nome a um dos mais famosos produtos da Doces Campineira, o pirulito Zorro. O pirulito Zorro, ao contrário dos outros pirulitos que são redondos, era retangular. Era um pirulito de caramelo com coco, duro e que grudava nos dentes. Era um sucesso nos armazéns e bares da cidade. Outro doce que a Campineira fabricava e fazia muito sucesso era a paçoca Pilantra. Era uma paçoquinha de chocolate muito gostosa. Também se tornaram queridas entre a criançada as balas Kleps e 7belo. As balas Kleps vinham embaladas em tiras, com desenhos de animais e de uma menina na embalagem. Mais um doce muito adorado era o chocolate Guarda-chuva. Era um desafio retirar a embalagem sem quebrar a ponta do guarda-chuva. O senhor Santos mantinha alguns contatos comerciais na cidade de São Paulo, dentre eles, com o representante comercial, na época, Armindo Dias. Armindo Dias nasceu em Portugal, e em 1956, abriu mão de trabalhar na lavoura no pequeno pedaço de terra da família, no interior de seu país, e veio para o Brasil. Trabalhou na Bahia com representação de produtos alimentícios e na Lacta, em São Paulo, época em que conheceu Joaquim da Costa Santos. Ao saber do empreendimento do amigo, Armindo interessou-se em comprar 25% do negócio. Mais tarde, com o interesse do senhor Santos de vender totalmente a Campineira, temendo que a empresa crescesse a ponto de a família não conseguir mais controlá-la, Armindo Dias tornou-se o novo proprietário da fábrica de Doces Campineira, em 1964.

Autoria fotográfica: Carlos Bassan

Nos anos seguintes, a Triunfo continuou sua história de sucesso iniciada com o nome de Campineira. A empresa mudou de endereço e passou a produzir seus produtos em uma fábrica na Rua Henrique Veiga, no bairro Santa Genebra. Os biscoitos Triunfos começam a ganhar espaço na preferência popular e torna-se o principal produto da companhia. Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem Em 1992, a Triunfo tornou-se líder nacional do segmento com a marca de biscoitos Triunfo, gerando 2400 empregos diretos. Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem Ainda   década de 90, durante uma de suas viagens para a Europa, Armindo conheceu empresários da Danone, que pretendiam fazer investimentos no Brasil, após outras tentativas mal sucedidas. Armindo vendeu uma parte da Triunfo para a Danone e por algum tempo teve-a com sócia na Triunfo. Mas, com o passar do tempo e diferenças de gestões, ele vendeu sua parte. Isto em 1997.

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Doces Dos Anos 80 Que Ainda Existem
Autoria fotográfica: Carlos Bassan

Segundo relatos, no período em que foi proprietária da Triunfo, a Danone fechou o departamento de doces e balas, e concentrou-se na fabricação de biscoitos. Mas, tal decisão representou um francasso, uma vez que foi a venda de balas e doces que permitiu à Campineira tornar-se uma empresa de repercussão nacional. A salvação foi a marca de biscoitos Triunfo. Em 2004, a Danone e a empresa alimentícia Arcor fecham fusão na área de biscoitos, e a marca Triunfo passa a ser propriedade desta joint venture.

Considerando o nome da fábrica muito regional, ele mudou seu nome para Triunfo e começou a trazer equipamentos da Inglaterra para modernizar o negócio. Fontes http://www. panoramadenegocios. com. br/armindo-dias-um-exemplo-de-garra-e/ Um agradecimento especial ao amigo fotógrafo Carlos Bassan pelas fotos que registraram o interior da fábrica da Triunfo no passado.

ALEXANDRE CAMPANHOLA.

Quantos docinhos fazer para uma festa com 80 pessoas?

Como calcular os docinhos de uma festa – Começando pelos doces, o cálculo é simples, mas é preciso ter uma lista com a quantidade de pessoas que você vai convidar para festa. Já que é calculado a quantidade de pessoas, mas na hora de encomendar é feito o pedido contando todos os convidados. Na hora de fazer a conta dos docinhos, mesmo que tenham pessoas que não comam doce, devem ser inseridas no cálculo para que você não tenha problemas de quantidade depois. Mas algo que é preciso ser levado em consideração é se existem pessoas que são diabéticas ou com alguma restrição alimentar. Assim você pode encomendar doces especiais para essas pessoas. A média de doces no geral é de 6 a 8 doces para cada convidado, caso exista uma variedade. Nessa conta deve-se levar em consideração outras comidas da festa e até mesmo se tem ou não bolo. O cálculo do bolo é ainda mais fácil, calcula-se em média 100 gramas por convidado. Se você não tiver um bolo com a quantidade necessária, é possível ter mais de um bolo na festa, para que todos possam provar pelo menos uma fatia.

Quais eram os doces dos anos 60?

No tempo de minha infância não havia nada, mas vivi com muito pouco e aproveitei tudo. O auge de minha infância e adolescência foi nas décadas de 60 e 70. Era um tempo maravilhoso e quem visita o A Simplicidade das Coisas  com frequência já sabe que eu sempre escrevo sobre ela.

  1. Quando bem pequeno morei na Haras e Fazenda São José do Morro Grande   – até meus 4 ou 5 anos – onde  minha mãe era cozinheira , meu pai tratorista, meu avô paterno administrador e meus tios agricultores;

Tais terras pertenciam ao Sr. Renato Mário Pires de Oliveira Dias, e que, além de plantações agrícolas tinha também um Haras. Segundo minha mãe, o Renatinho, como era chamado o filho do proprietário, gostava de fotografar (ou seja,  “tirar retrato” como se dizia naquela época).

  • E são de autoria dele as quatro únicas fotografias que tenho da época em que morei na Fazenda;
  • Seguem abaixo, junto com uma “3×4”, a minha primeira nesse formato e com 7 anos;
  • Este slideshow necessita de JavaScript;

Olhando estas fotos antigas pude lembrar de alguns episódios e fiquei com saudades de minha infância. Então, tive a ideia de escrever alguns “fragmentos gustativos” daquela época. Neste texto trago à memória as coisas que eu mais gostava de comer e beber.

Se você nasceu na década de 70 pode ser que se identifique com algumas delas. Seguem: – banana São Thomé frita, polvilhada com açúcar cristal e canela; – bolinho de chuva; – pipoca doce; – cocadinha de assadeira; – queijo meia cura assado na chapa do fogão a lenha; – sopa de macarrão com feijão; – salada de sardinha com cebola e cheiro verde (para comer com arroz e feijão); – sardinha salgada frita (daquelas que vinham em caixas de madeira e fediam muito!!!); – doces de leite, abóbora e banana, feitos no tacho e no fogão a lenha; – pão caseiro, com açúcar queimado de recheio, ou doce de banana, ou mel e manteiga, ou banha de porco; – não sei que nome dar, mas era algo delicioso que minha mãe fazia: mandioca cozida, amassada, misturada com manteiga, pimenta do reino, sal e cheiro verde.

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Ela colocava em uma frigideira besuntada com manteiga e levava ao fogo, fritando dos dois lados até ficar com uma crosta dourada. Virava uma espécie de Tortilha Espanhola; – limonada de limão siciliano ou limão cravo; – groselha (lembram do comercial): “Groselha vitaminada Milani, yahoo! É uma delícia, no leite, no refresco e no lanche…” – bala 7 Belo, bala Chita, Confete, biju (eu gostava somente do salgado, pois o doce me causava vômitos), chocolate Sensação (aquele que soltava um creme com sabor de frutas na boca), balas soft, caramelos coloridos e os dadinhos de amendoim, da Dizioli; – doce de banana triangular, que vinha no palito ou com um indiozinho de plástico.

O doce de abóbora em forma de coração e a paçoca Amor; – refrigerante Gini; – suspiro e maria mole; – pirulito em forma de chupeta; – bolo de fubá ou de milho verde; – geladinho (sorvete de saquinho); – a crosta que ficava grudada no fundo da panela de ferro onde a polenta era cozida; Ivone, Tereza, Cida – como diz o Datena: “me ajude aí, oh !”.

O que mais poderia fazer parte da lista de gostosuras de nossas infâncias? Leia também A infância nos anos 60.

Qual é o doce mais antigo do Brasil?

Bolo Souza Leão: Um dos doces mais antigo do Brasil.

Qual o doce mais chique do mundo?

Sundae de chocolate leva folhas comestíveis de ouro e deve ser encomendado com duas semanas de antecedência – Época NEGÓCIOS Online Frrrozen Haute Chocolate do Serendipity 3: sundae de chocolate e ouro por US$ 25 mil. Alguém vai querer? SAIBA MAIS O restaurante Serendipity 3, em Nova York, é o único lugar do mundo em que se pode saborear um sundae de chocolate preparado com um mix de 28 tipos de cacau caros e refinados, guarnecido com folhas comestíveis de ouro. A sobremesa, batizada de Frrrozen Haute Chocolate, é o doce mais caro do mundo, a um preço de US$ 25 mil, equivalente a R$ 43,8 mil.

  1. + LEIA MAIS : Café da manhã mais caro do mundo custa R$ 63 mil O sorvete, que consta do Livro dos Recordes Guinness, leva ingredientes como cacau de países da África e da América do Sul, que são misturados a outros 14 tipos em uma receita secreta do restaurante;

Além de levar creme fresco, a sobremesa conta ainda com uma trufa do La Madeline au Truffle, que custa US$ 2. 500 por menos de meio quilo. + Leia mais: Batata assada mais cara do mundo custa mais de R$ 110 Para fechar, o sorvete leva cinco gramas de ouro 24 quilates e é servido com uma colher encrustada, que custa US$ 14 mil e que o cliente pode levar para casa como “lembrança”, juntamente com um bracelete que vai atado à taça de cristal em que é servida tal extravagância.

+ LEIA MAIS : Não basta ter, é preciso esbanjar: luxo é comer ouro Para apreciar tanto luxo, o cliente precisa encomendar a sobremesa com duas semanas de antecedência – para que o restaurante possa garantir os ingredientes.

Até o momento, o restaurante ainda não vendeu um Frrrozen Haute Chocolate, mesmo alegando que o lucro será todo direcionado para uma entidade beneficente que dá assistência a crianças carente em Nova York. + Chocolates de luxo “realizam desejos”.

Qual é o doce mais famoso?

Os doces típicos mais Instagramados do mundo

Posição País* Doces e sobremesas
1 EUA Cupcakes
2 EUA Brownie
3 França Macarons
4 Itália Gelato

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Quais eram os doces dos anos 60?

No tempo de minha infância não havia nada, mas vivi com muito pouco e aproveitei tudo. O auge de minha infância e adolescência foi nas décadas de 60 e 70. Era um tempo maravilhoso e quem visita o A Simplicidade das Coisas  com frequência já sabe que eu sempre escrevo sobre ela.

  • Quando bem pequeno morei na Haras e Fazenda São José do Morro Grande   – até meus 4 ou 5 anos – onde  minha mãe era cozinheira , meu pai tratorista, meu avô paterno administrador e meus tios agricultores;
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Tais terras pertenciam ao Sr. Renato Mário Pires de Oliveira Dias, e que, além de plantações agrícolas tinha também um Haras. Segundo minha mãe, o Renatinho, como era chamado o filho do proprietário, gostava de fotografar (ou seja,  “tirar retrato” como se dizia naquela época).

E são de autoria dele as quatro únicas fotografias que tenho da época em que morei na Fazenda. Seguem abaixo, junto com uma “3×4”, a minha primeira nesse formato e com 7 anos. Este slideshow necessita de JavaScript.

Olhando estas fotos antigas pude lembrar de alguns episódios e fiquei com saudades de minha infância. Então, tive a ideia de escrever alguns “fragmentos gustativos” daquela época. Neste texto trago à memória as coisas que eu mais gostava de comer e beber.

  • Se você nasceu na década de 70 pode ser que se identifique com algumas delas;
  • Seguem: – banana São Thomé frita, polvilhada com açúcar cristal e canela; – bolinho de chuva; – pipoca doce; – cocadinha de assadeira; – queijo meia cura assado na chapa do fogão a lenha; – sopa de macarrão com feijão; – salada de sardinha com cebola e cheiro verde (para comer com arroz e feijão); – sardinha salgada frita (daquelas que vinham em caixas de madeira e fediam muito!!!); – doces de leite, abóbora e banana, feitos no tacho e no fogão a lenha; – pão caseiro, com açúcar queimado de recheio, ou doce de banana, ou mel e manteiga, ou banha de porco; – não sei que nome dar, mas era algo delicioso que minha mãe fazia: mandioca cozida, amassada, misturada com manteiga, pimenta do reino, sal e cheiro verde;

Ela colocava em uma frigideira besuntada com manteiga e levava ao fogo, fritando dos dois lados até ficar com uma crosta dourada. Virava uma espécie de Tortilha Espanhola; – limonada de limão siciliano ou limão cravo; – groselha (lembram do comercial): “Groselha vitaminada Milani, yahoo! É uma delícia, no leite, no refresco e no lanche…” – bala 7 Belo, bala Chita, Confete, biju (eu gostava somente do salgado, pois o doce me causava vômitos), chocolate Sensação (aquele que soltava um creme com sabor de frutas na boca), balas soft, caramelos coloridos e os dadinhos de amendoim, da Dizioli; – doce de banana triangular, que vinha no palito ou com um indiozinho de plástico.

O doce de abóbora em forma de coração e a paçoca Amor; – refrigerante Gini; – suspiro e maria mole; – pirulito em forma de chupeta; – bolo de fubá ou de milho verde; – geladinho (sorvete de saquinho); – a crosta que ficava grudada no fundo da panela de ferro onde a polenta era cozida; Ivone, Tereza, Cida – como diz o Datena: “me ajude aí, oh !”.

O que mais poderia fazer parte da lista de gostosuras de nossas infâncias? Leia também A infância nos anos 60.

O que lembra doce?

6 bala, goma, guloseima, gulodice, caramelo, rebuçado, drope.

Quantos docinhos fazer para uma festa com 80 pessoas?

Como calcular os docinhos de uma festa – Começando pelos doces, o cálculo é simples, mas é preciso ter uma lista com a quantidade de pessoas que você vai convidar para festa. Já que é calculado a quantidade de pessoas, mas na hora de encomendar é feito o pedido contando todos os convidados. Na hora de fazer a conta dos docinhos, mesmo que tenham pessoas que não comam doce, devem ser inseridas no cálculo para que você não tenha problemas de quantidade depois. Mas algo que é preciso ser levado em consideração é se existem pessoas que são diabéticas ou com alguma restrição alimentar. Assim você pode encomendar doces especiais para essas pessoas. A média de doces no geral é de 6 a 8 doces para cada convidado, caso exista uma variedade. Nessa conta deve-se levar em consideração outras comidas da festa e até mesmo se tem ou não bolo. O cálculo do bolo é ainda mais fácil, calcula-se em média 100 gramas por convidado. Se você não tiver um bolo com a quantidade necessária, é possível ter mais de um bolo na festa, para que todos possam provar pelo menos uma fatia.